Vitrine Goldratt
[ 25 de julho de 2019 by admin 0 Comments ]

Conheça as 5 etapas do processo de focalização que inspiraram Jeff Bezos

Jeff Bezos, um dos empresários com maior influência na área de negócios e considerado um dos maiores bilionários pela Forbes, originalmente começou sua organização, Amazon.com, vendendo livros online. Além de mudar o modo como os livros são publicados e vendidos, o CEO da empresa também possui uma paixão pela leitura.

 

De acordo com Brad Stone, autor da biografia “The Everything Store”, um dos 12 livros que moldaram o estilo de liderança e o jeito de pensar de Bezos é o best-seller de gestão “A Meta”, escrito pelo Dr. Eliyahu Goldratt, criador da Teoria das Restrições (Theory of Constrainuts – TOC) e fundador da Goldratt Consulting. Jeff Bezos inclusive orienta seus executivos seniors a aderir a leitura.

 

O best-seller é mundialmente reconhecido como um dos mais importantes trabalhos sobre o mundo dos negócios. “A Meta” divulga a Teoria das Restrições, em que Goldratt desenvolve sua filosofia de gestão a partir de um mecanismo de focalização para um processo de melhoria contínua. Uma maneira inteiramente nova de gerir recursos em um sistema complexo.

 

O processo de focalização introduzido pelo livro “A Meta”, pode ser aplicado em diferentes áreas de empresa de uma forma muito prática, a fim de ter foco para alcançar a meta da organização, o seu real propósito. A TOC se baseia nos seguintes passos para esse processo:

 

1) IDENTIFICAR a(s) restrição(ões) do sistema: o que impede a sua empresa de atingir um salto significativo e alcançar a sua meta. A restrição pode ser física, como capacidade ou competências, política, como uma regra ou indicador, ou um paradigma, como uma premissa ou crença.

 

2) Decidir como EXPLORAR a(s) restrição(ões) do sistema.

 

3) SUBORDINAR tudo o mais à decisão anterior: todos os processos devem seguir o ritmo da restrição, e todos da empresa devem ter ela como prioridade.

 

4) ELEVAR a(s) restrição(ões) do sistema: somente nesse momento pode ser considerado algum investimento, como aumentar a capacidade ou investir em novas tecnologias.

 

5) Se em um passo anterior uma restrição tiver sido quebrada, volte ao passo 1. Não deixe que a INÉRCIA cause uma nova restrição no sistema.

Vitrine Goldratt
[ 20 de julho de 2019 by admin 0 Comments ]

Case Starrett Brasil

A Starrett Brasil, líder em fabricação e distribuição de ferramentas de corte, serras manuais e instrumentos de medição, implementou a Teoria das Restrições (TOC – Theory of Constraints) com o objetivo de melhorar o nível de serviço para os seus clientes, reduzir as rupturas sem ter que aumentar o seu estoque.

Resultados obtidos na primeira fase do projeto de serras manuias:

  • -54% de números de ordens de produção
  • Redução de ruptura de 6% para 0%
  • -63% de estoque (redução de custo)
  • Mais harmonia entre as equipes
  • Melhoria na qualidade do serviço

“A Teoria das Restrições é baseada em foco, em que você concentra os seus esforços e recursos para fazer exatamente aquilo que é preciso, atingindo resultados muito mais rápidos e efetivos, não só na empresa mas na vida pessoal também” – Reinaldo Baptista, Diretor Industrial da Starrett Brasil

 

Para mais detalhes, assista o case completo em:

https://www.youtube.com/watch?v=E-HRWHrCswY&t=194s

 

Para mais cases de TOC, acesse: https://www.youtube.com/channel/UCTNNs2-ZaYz3fI7AUtELp-w/videos

Vitrine Goldratt
[ 15 de julho de 2019 by admin 0 Comments ]

Case Itambé

A Itambé, terceira maior empresa de laticínios no Brasil, atingindo simultaneamente os seguintes resultados aplicando a Teoria das Restrições (TOC – Theory of Constraints):

  • -44% de ruptura
  • -35% de estoque total
  • +64% de giro de estoque
  • -70% de FIFO
  • +26% de shelf life
  • +15% de vendas

 

“TOC ela trouxe para nós um modelo que questiona muito os nossos paradigmas existentes e atuais, então o conjunto disso de uma consultoria dando suporte, uma ferramenta robusta e uma empresa que comprou a causa e a briga, que é um processo de mudança considerável, ela hoje nos traz resultados expressivos.” – Marcelo Henrique Costa Rocha, Gerente de Planejamento e Pricing

“O que mais me chamou atenção na abordagem de TOC é que ela trata os gargalos da empresa com soluções práticas e simples. E no mundo corporativo hoje, temos a crença de que a gente precisa controlar tudo, com ações complexas, ter diversos indicadores, sendo que na verdade a gente precisa ter somente um foco no que é importante e no que vai gerar resultado para a empresa.” – Patrícia Siqueira Pinto, Analista de Planejamento

 

Para mais detalhes, assista o case completo em:

https://www.youtube.com/watch?v=StR3Ib9RiDY&t=1s

 

Para mais cases de TOC, acesse: https://www.youtube.com/channel/UCTNNs2-ZaYz3fI7AUtELp-w/videos

Vitrine Goldratt
[ 15 de julho de 2019 by admin 0 Comments ]

Case Betânia Lácteos

A Betânia Lácteos, produtora e distribuidora líder de produtos lácteos no nordeste, implementou a Teoria das Restrições (TOC – Theory of Constraints) com o objetivo de melhorar o nível de serviço para os seus clientes, reduzir as rupturas sem ter que aumentar o seu estoque.

Após a aplicação de TOC, a empresa obteve excelentes resultados, e ainda conectou esse sistema a seus clientes varejistas pelo projeto Giro + para acelerar o fluxo de distribuição, melhorando o giro de estoque e diminuindo a ruptura do ponto de venda, garantindo a disponibilidade dos produtos para o consumidor final da cadeia de suprimentos

Resultados:

  • -54% de ruptura
  • +40% de giro de estoque
  • +33% de vendas

 

“Tivemos excelentes resultados aplicando TOC. Tivemos uma grata surpresa com o projeto porque acreditávamos que era uma coisa quase impossível de ser resolvida e, como uma boa tecnologia, ela vem e resolve o seu problema. E não só solucionou o problema, como nos ensinou a pensar de uma forma diferente.” – Bruno Girao, CEO da Betânia Lácteos

 

Para mais detalhes, assista o case completo em:

https://www.youtube.com/watch?v=O9YB2hF232A&t=360s

 

Para mais cases de TOC, acesse: https://www.youtube.com/channel/UCTNNs2-ZaYz3fI7AUtELp-w/videos

Vitrine Goldratt
[ 11 de julho de 2019 by admin 0 Comments ]

Como criar vantagem competitiva na crise

Na crise, uma tomada de decisão mal feita pode prejudicar uma empresa gravemente. Qual é o erro mais comum que as empresas cometem em um ambiente de incertezas?

 

Todos procuram por sobrevivência em momentos como esse e a coisa mais fácil a se fazer é cortar custos. Algumas vezes isso realmente é necessário mas na maioria delas focar apenas em cortar custos não é a melhor estratégia. Quando o caixa da empresa está comprometido não há liberdade de manobra, mas se este não é o caso a decisão deve ser muito bem pensada. Cortar custos de forma linear, especialmente com reduções de pessoal, normalmente afeta a capacidade da empresa em entregar valor. De uma forma ou outra, ela reduz seus serviços, sua flexibilidade ou sua agilidade em servir seus clientes.

 

Que impacto a empresa sofreria com isso?

 

A empresa poderá focar-se muito nos seus objetivos de curto prazo, entregar o lucro do trimestre e prejudicar seus objetivos de longo prazo, manter-se competitiva e crescendo no mercado. Um caso clássico foi a demissão do Jobs pela Apple para colocar um CEO focado somente em reduzir custos e aumentar o preço dos produtos. Quase colocou o fim em uma das empresas mais valiosas do mundo pelo não entendimento desse dilema entre curto e longo prazo. Em um mercado B2B a degradação do nível de serviço ao cliente também pode afetar a performance futura das vendas. O ideal é transformar a crise em uma oportunidade e não aumentar ainda mais o problema com decisões focadas em curto prazo.

 

E como é possível transformar a crise em uma oportunidade nessas condições?

 

Em uma situação de crise generalizada os clientes da empresa provavelmente também estão em um ciclo de demissões e corte de despesas, muitas vezes precisando mais ainda da ajuda de seus fornecedores, mais serviços, flexibilidade e velocidade. Eles precisam diminuir estoques, por exemplo, e reduzir a atenção gerencial nos processos de controle. Por outro lado seus concorrentes provavelmente também reduziram quadros e não estão prontos para oferecer mais serviços.

 

Nessa situação o gap entre a necessidade de valor e a oferta de valor tende a aumentar sistemicamente criando uma grande oportunidade para a aplicação da estratégia do Oceano Azul. Parece ser um paradoxo, mas não é, o momento de crise é a melhor hora para olhar para essa estratégia, pois o Oceano Azul está maior e todos estão preocupados em cortar custos ao invés de prestar atenção na nova realidade. Com certeza é importante proteger seu caixa e seus gastos, mas sem nunca deixar de pensar em como entregar mais valor para seu cliente.

 

Mas como fazer isso na prática?

 

A abordagem da TOC é bem clara quanto à isso, comece entendendo o negócio de seu cliente e suas principais dores. A chave de tudo é  construir uma vantagem competitiva decisiva, ser muito melhor do que sua concorrência em algo que seu cliente realmente precisa para trabalhar na crise. Imagine por exemplo se ele precisa trabalhar com menos estoques para liberar caixa mas sem sofrer com rupturas. Se você utilizar os processos de operação e distribuição de TOC pode atingir níveis muito altos de giros de estoque e produtividade da operação.

 

Um case público é a Guararapes produzindo para a Riachuelo com um lead time 50% menor, menos atrasos e aumentando a produtividade em mais de 30% na produção. Uma leitura que dá uma boa ideia desta abordagem é o livro A Meta, de Eli Goldratt. Vale a leitura. Imagine uma empresa que vende projetos em um mercado onde a confiabilidade é muito importante! O que aconteceria se você oferecesse projetos com prazos de entregas mais curtos que a média de mercado e com garantia contratual de entrega no prazo, inclusive com pesadas multas por atrasos?  Aplicando gestão de projetos com TOC você poderia criar as condições necessárias para poder fazer essa oferta. Nesse caso uma boa referência é o livro Corrente Crítica também do Eli Goldratt.

 

Qual o segredo para garantir sucesso em uma estratégia como essa?

 

Agir com foco! Qualquer um pode ajustar um orçamento cortando custos em todas as partes possíveis até atingir o número necessário. O segredo é ter uma visão estratégica que crie valor para a empresa, hoje e no futuro. A longo prazo, a única maneira de atingir esse objetivo é realmente criando valor para seu mercado.

 

E não menos importante é ter foco na execução dessa ideia! E foco significa decidir o que precisa ser feito mas sobretudo o que não deve ser feito. Todos os recursos financeiros e humanos devem ser concentrados na busca desta visão estratégica. Buscar melhorar tudo o que pode ser melhorado de uma só vez é uma ótima maneira de destruir a produtividade da equipe gerencial em busca de pequenos ganhos que não colaboram de fato na implantação da estratégia.

NotiíciasVitrine Goldratt
[ 3 de julho de 2019 by admin 0 Comments ]

Como a Pernambucanas lida com o conflito de gerações e continua crescendo

Os líderes da empresa não são nativos digitais, já as lojas da rede têm pessoas das gerações Y e Z. A Pernambucanas se esforça para continuar inovando após 110 anos de sua fundação

As lojas que não oferecem uma experiência atraente ao cliente e que não acompanham as transformações do setor varejista têm prazo de validade. Essa é a realidade imposta sobre as empresas atualmente. É preciso estar a um passo a frente da concorrência, como o Magazine Luiza, que mesmo sendo o líder do e-commerce brasileiro, está testando novos formatos; um dos projetos do Magalu é um “marketplace invertido”, que permite a lojas físicas venderem produtos da gigante varejista ou a Chilli Beans, que, também, mesmo líder, expandiu seu portfólio e inaugurou sua primeira ótica. Mas como uma empresa de 110 ano pode ser capaz de continuar inovando? A Lojas Pernambucanas pode ser um bom exemplo.

Uma empresa com mais de 10 mil colaboradores e 352 lojas certamente tem grandes desafios para continuar inovando e promover a transformação digital. O maior desafio da Lojas Pernambucanas é o conflito de gerações. Os cargos mais altos da companhia – da presidência ao corpo médio de gerência – são ocupados por pessoas que não nasceram na era da digitalização. “Em compensação, as lojas estão cheias de nativos digitais. A gente (alta liderança) trava a transformação digital”, disse o CEO da empresa, Sérgio Borriello, durante a Feira Brasileira do Varejo.

Com a liderança da empresa menos ligada ao mundo digital em relação aos vendedores, inovar de maneira vertical ficou inviável. A solução foi criar um modelo de transformação digital horizontal, que empodera todos os colaboradores. A ação de maior expressão da varejista foi a criação de um laboratório digital.

O laboratório é formado por uma equipe multidisciplinar que tem a função de resolver todo tipo de conflito de gerações dentro da empresa. Esse time é o catalisador de inovações da companhia. “São especialistas não em tecnologia, mas em conectar pessoas”, diz Borriello.

Para dar voz aos colaboradores, a Pernambucanas também recorreu ao Workplace, plataforma do Facebook que cria uma espécie de rede social exclusiva para o relacionamento entre funcionários. O CEO da empresa conta que investe horas de seu dia respondendo as mensagens dos colaboradores. É uma forma que a Pernambucanas encontrou de tomar conhecimento dos desafios em todas as pontas da empresa. Para Borriello, “a inovação vem do contato com as pessoas, de sentir a dificuldade que elas têm”.

A Pernambucanas se esforça para resolver seu maior problema pensando em agilizar o atendimento do cliente. Quando a varejista usa a tecnologia em suas lojas, a satisfação dos consumidores cresce até 20% e o crescimento no ticket médio pode ser de até 30% – esses foram os números registrados na loja conceito da marca em Porto Alegre.

O movimento em direção a transformação digital gera facilidades para o cliente como totens de autoatendimento, emissão de cartão de crédito em até 7 minutos, prateleira infinita, entrega expressa e lockers para quem quer comprar pela internet e retirar na loja. A funcionalidade Sacola de Descontos do app mostra como a empresa integra o físico e digital: os clientes podem ir até uma loja e escanear os produtos que escolheram para ganhar acesso a uma fila exclusiva. Além disso, quanto mais produtos na sacola maior o desconto.

Como resultado, a Lojas Pernambucanas continua crescendo. Em 2018, a rede abriu 28 lojas e neste ano a previsão é inaugurar 32 unidades. A empresa entrou no Rio de Janeiro e pretende abrir 10 lojas no estado. Até 2021 serão 100 novas unidades em todo o País.

NotiíciasVitrine Goldratt
[ 23 de abril de 2019 by admin 0 Comments ]

4 caminhos para alcançar excelência no relacionamento com o consumidor

Basta estar atento ao atual cenário para perceber como a jornada do consumidor tem evoluído e se transformado a cada temporada de compras – como Black Friday, Dia do Consumidor, etc -. As empresas buscam acompanhar todas as inovações oferecendo novas tecnologias para melhorar a experiência dos consumidores que estão cada vez mais exigentes, conectados e que buscam empresas que tenham valores alinhados com os seus.

No início do mês de março aconteceu, nos Estados Unidos, o SXSW, um dos maiores eventos globais de inovação e tecnologia que incorpora, de maneira geral, assuntos relacionados a todo ecossistema da indústria incluindo varejo, atendimento, saúde e afins.

Um dos temas em destaque na programação foi o soft skills, que trata do lado humano, de abordagens empáticas e que carregam em seu discurso temas como a diversidade, sentidas pelo consumidor.

Para as empresas, essa jornada na relação com as pessoas ganhou mais relevância, exigindo táticas que vão além da tradicional estratégia de convencimento ou engajamento de uma marca.

Segundo o estudo “Connected Life” da Kantar TNS, que analisa o comportamento do consumidor digital, este “mundo conectado” está criando uma divisão na confiança que o brasileiro tem nas marcas.

O levantamento ainda revela que 52% dos brasileiros sentem a influência da conectividade em seu estilo de vida e desconfiam do conteúdo que veem nas mídias sociais. Situação que exige um maior empenho e comprometimento das empresas para aperfeiçoar e fidelizar o relacionamento com os seus usuários.

Nos próximos meses, a expectativa é que as empresas adotem novos mecanismos com a intenção de inovar no seu relacionamento com os consumidores. Enxergo quatro tendências que podem oferecer uma jornada impecável e de alto nível ao seu plano estratégico de atendimento ao cliente:

1 – As empresas devem ficar mais atentas ao comportamento do consumidor de forma mais pragmática. Precisam ter um olhar mais crítico em relação ao seu usuário, que está cada vez mais seletivo e com pretensão de pagar menos. A tecnologia tem viabilizado a redução de custo e as empresas precisam se adequar ao recurso, caso contrário vão gerar dicotomia.

2 – É preciso observar o perfil do seu público e oferecer soluções de acordo com as suas necessidades e desejos. Cada vez mais, as empresas deixam de “vender” produtos e serviços para proporcionar experiências. O resultado só é alcançado por quem conhece o seu público e oferta algo relevante e que faça a diferença em sua vida. As pessoas precisam confiar nos benefícios das mudanças e isso acontece quando a marca transmite credibilidade – o Uber pode ser um bom exemplo.

3 – Outra grande estratégia, mas ainda pouco utilizada pelas empresas, é o design de serviços, – disciplina capaz de modificar ou reinventar a forma de um serviço ou até mesmo transformar as interações humanas. A estratégia analisa a sua necessidade para então oferecer uma solução que impulsione seus resultados, aprimorando a eficiência operacional no seu atendimento.

4 – Posicionar o ser humano no centro da estratégia é a chave para proporcionar ações que gerem experiência de alto nível. As empresas já perceberam que devem repensar seus formatos na relação com seus consumidores para assegurar a fidelização de seus clientes e a inovação de seus negócios.

A empresa que deseja consolidar os níveis de resultados satisfatórios acima de suas metas e conquistar ainda mais os seus clientes com agilidade, necessita passar por esse processo de inovação. Mesmo com tantas oportunidades de inovação e mesmo mapeamento todas as transformações que acompanham a vida das pessoas é muito importante que marcas e negócios, de fato, façam a diferença em suas vidas, afinal de contas, conquistar o coração das pessoas é o segredo para fazer a diferença.

*Julio Moretti é CEO da Mindbe, empresa de tecnologia e design de serviço em atendimento